Qual a constituição dos ecrãs de smartphone?

Constituição dos ecrãs de smartphone

Constituição dos ecrãs de smartphone

Os smartphones dominam o nosso quotidiano, isso não há dúvida nenhuma. Em adição a tal facto muitas dúvidas podem surgir sobre a sua constituição, desempenho, matéria prima de construção, etc. Hoje vou explicar-te, de forma breve, qual é a constituição dos ecrãs de smartphones.

Constituição dos ecrãs de smartphone

A constituição destes ecrãs, que agora é de uso muito banalizado, só foi estudada e explorada a primeira vez por engenheiros do CERN em 1973. Aqui estava a base teórica do que podíamos futuramente chamar de ecrãs touch screen.

Porém, o ecrã com a característica de touch screen só surgiu em 1982 e foi criado pela Universidade de Toronto.

Este tipo de ecrã é caracterizado por ser sensível à pressão o que dispensa automaticamente a necessidade de periféricos, isto é, objetos ligados externamente como, por exemplo, um teclado físico.

Tipos de constituição dos ecrãs de smartphone

Existem dois tipos de constituição destes ecrãs touch screen:

  • Ecrãs de smartphone resistivos

Um ecrã resistivo é composto por várias camadas. Estas camadas estão conectadas a um determinado ponto. Quando é efetuado algum toque, é provocado uma mudança de corrente elétrica que, por sua vez, envia a informação para um controlador de transformação.

É muito usual este tipo de ecrãs porque são os mais baratos do mercado. Eles precisam de ser calibrados várias vezes para ter uma boa precisão de toque.

  • Ecrãs de smartphone capacitivos

Estes ecrãs são constituídos por um sensor composto por uma retícula de microfios laminados. Este sensor está entre duas camadas de vidro, o que oferece bastante versatilidade pois funciona em vários tipos de ecrãs.

Quando é efetuado um toque, existe uma capacitância formada entre o dedo e o sensor que regista, conforme alterações elétricas no sensor, informações.

Estes tipos de ecrãs são conhecidos por terem 100% de precisão e aguentarem muito tempo. Porém, para a sua construção é necessário material mais caro que faz com que este ecrã também seja mais dispendioso.

Concluindo

Tentamos aqui dar uma breve descrição de como é feito o ecrã dos nossos pequenos dispositivos que temos no bolso.

Obviamente agora, com a gigante revolução tecnológica, iremos ver mais e mais inovações no que toca a ecrãs destes e outros equipamentos.

Nota importante: A Dr. Smart não se responsabiliza pelas sugestões apresentadas que o utilizador poderá testar na reparação do seu dispositivo. Estas sugestões são apenas exemplos e na maior parte não reflecte nas práticas do dia-a-dia de Reparações de Smartphones e Tablets efetuadas nos Stands e loja da Dr. Smart.

 

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